n Unipinhal - Centro Regional Universitário de Espírito Santo de Pinhal
Turma Alegria é um projeto solidário e voluntário, em nível de extensão universitária, realizado pelo curso de Fisioterapia UniPinhal.

Foi implantado em 21/06/2011 no Hospital Francisco Rosas sob coordenação da Profa. Mariana Ferreira Oliveira Alveti (Dra. Catatau) a qual explica: "A formação profissional em saúde deve motivar a priorização de princípios vinculados à ética, cidadania e humanização, e uma relevante alternativa é essa experiência prática para os acadêmicos em Instituições semeando a humanização, estimulando o trabalho voluntário, interativo, criativo, prazeroso; lidando com a vulnerabilidade nossa, da equipe multidisciplinar, familiares e enfermos. Entrar num local seja hospital, asilo ou centro de reabilitação na figura de palhaça não é de maneira alguma brincar com a verdade ou negar a gravidade da situação. É reconhecer a dificuldade que estão vivendo e ter sensibilidade de olhar além dos diagnósticos, limitações e incapacidades. É usar a interação para trazer a tona emoções e sentimentos. Assim que o nariz vermelho com curativo aponta na porta, os pacientes já percebem que é uma visita diferente. Os trajes coloridos, jeito engraçado e parafernálias constroem uma consulta descontraía e surpreendente. Realizávamos visitas a APAE e Instituto Bezerra de Menezes, porém mantivemos atendimento aos pacientes do PSF, Lar da Terceira Idade da Assistência Vicentina e no Hospital Francisco Rosas, onde atuamos leito a leito a crianças, adultos e idosos. As atenções se voltam a aspectos “humanos” – as risadas em tom baixinho ou gargalhadas, o olhar esperançoso, o gesto de aprovação dos profissionais - são inexplicáveis. O recebimento é muito maior que a doação, uma satisfação que aquieta a alma”.

Uma das bases utilizadas vem ao encontro da assistência preconizada por Patch Adams, médico norte-americano, idealizador de uma técnica de assistência divertida, generosa e fraterna que permite trabalhar na área médica de forma mais humanizada.

Cada vez mais observamos mudanças efetivas no cenário sócio-político-econômico brasileiro com a difusão e fortalecimento de organizações sem fins lucrativos nos diversos setores assistenciais. No Brasil, tem-se o trabalho dos Doutores da Alegria, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 1991, que desenvolve a inserção de experiências artísticas baseada em técnicas circenses, onde a figura de palhaço executa alguns procedimentos e estabelece relações com pacientes hospitalares.

Inúmeros estudos corroboram os efeitos surpreendentes que a mudança na rotina habitual hospitalar ocasionada pela visita de palhaços que promove nos pacientes levando-os à descontração e risos, resultando num desarranjo fisiológico com balanço positivo para o sistema imunológico e hormonal. A indução da alegria e do riso gera significativas respostas imunológicas: aumentando as imunoglobulinas; reduzindo o hormônio do estresse – o cortisol; aumentando as beta-endorfinas, um dos poderosos opiáceos endógenos que ajudam no relaxamento e analgesia; entre outros.


Fomos presenteados, em 2013, com essa linda palhaçinha pela Designer Pricila Ciacco.
1. Melhorar o ambiente de trabalho da equipe multidisciplinar, com conseqüente mudança de estratégias nos atendimentos e serviços oferecidos ao paciente;
2. Melhorar a resposta dos doentes ao tratamento, proporcionando melhora na qualidade de vida e tornando um ambiente mais familiar e propício à cura e reabilitação eficaz dos pacientes;
3. Aliviar a dor e acelerar a resposta imunológica dos pacientes através dos benefícios cientificamente comprovados da prática do riso, que funciona como analgésico e estimulante imunológico; através do aumento da secreção e liberação de endorfina e imunoglobulinas específicas na corrente sanguínea;
4. Oferecer ao paciente a chance de distanciar-se por um momento da gravidade de sua realidade e interpretá-lo de maneira mais descontraída e saudável através de brincadeiras, bom humor e descontração;
5. Intensificar a relação paciente-equipe multidisciplinar através da prática irreverente de atividades que estimule positivamente sua inter-relação, convivência e respeito;
6. Reestruturação e manutenção da brinquedoteca do Hospital Francisco Rosas. O ato de brincar atende uma parte importante das necessidades da criança hospitalizada, promovendo e facilitando a interação e permitindo a criança aprender como enfrentar suas emoções, entender melhor sua situação e amenizar o período de tratamento pela alternativa de descontração. A manutenção é um constante desafio e é possível graças ao empenho do Curso de Fisioterapia, patrocinadores e doações dos acadêmicos e Instituições de ensino.

Conheça nossas parcerias com os maiores institutos de educação do Brasil, oferecendo as mais diversas oportunidades para nossos atuais e futuros alunos.

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