Engenharia Agronômica
Duração: 4,5 anos
Modalidade: Presencial
Integral
Matrícula: R$ 1.616,39
Mensalidade com desconto e pontualidade: R$ 1.236,53
O Curso
O Curso de Engenharia Agronômica “Manoel Carlos Gonçalves” foi fundado em 1968, com início no ano seguinte. Seu reconhecimento ocorreu através do Decreto Federal nº 71.076 de 12 de setembro de 1972 e publicado no Diário Oficial da União de 13 de setembro de 1972.
Com 49 anos, já colocou no mercado de trabalho, número superior a 5.000 Engenheiros Agrônomos, nas mais diferentes áreas: Institutos de Pesquisa e Extensão, Universidades, Faculdades Tecnológicas, Empresas Nacionais e Multinacionais de Insumos Agrícolas e Empresas Agrícolas como consultores e administradores.
É formado por 98% de mestres e doutores, sendo somente um especialista.
Seus objetivos essenciais continuam os mesmos, porém sempre com a preocupação de modernização e adequação ao mercado de trabalho. São eles:

• Formar profissionais de nível superior com conhecimentos essenciais (básicos, gerais e profissionais), competências e habilidades necessárias ao pleno exercício profissional da Engenharia Agronômica;
• Formar profissionais que atuem de forma crítica e criativa na identificação e resolução de problemas envolvendo a produção vegetal e animal, o desenvolvimento agrário e sustentável, considerando seus aspectos técnicos, sócio-econômicos, políticos, culturais e éticos, em atendimento às demandas da sociedade;
• Formar cidadãos éticos e com espírito empreendedor, capazes de se adaptar às constantes mudanças, e que tenham flexibilidade, criatividade, motivação e crescente autonomia intelectual;
• Formar profissionais com a consciência da necessidade de que a produtividade deverá estar unida à conservação da natureza.
Mercado de Trabalho
O mercado de trabalho, sobretudo no que concerne aos jovens que buscam sua inserção, tem se mostrado altamente seletivo e a formação mais abrangente se torna então, diferencial competitivo. Além deste fator, vale ressaltar que as inovações tecnológicas constantes, requerem que os conhecimentos sejam reciclados e devidamente adequados às necessidades organizacionais.

Áreas de Atuação para o Engenheiro Agrônomo
O mercado de trabalho para o profissional formado no Curso de Engenharia Agronômica do UniPinhal apresenta as seguintes características e áreas de atuação:

• Administração rural (produção, recursos humanos, finanças, comercialização);
• Extensão / Assistência Técnica (cooperativas, assessorias, etc.);
• Economia / Crédito Rural (bancos, consultoria, planejamento);
• Produção de Alimentos ( convencional, orgânica, micropropagada e transgênica);
• Sanidade Vegetal (diagnósticos, orientação técnica e ambiental, pesquisa e extensão);
• Meio Ambiente (legislação ambiental, recuperação de áreas degradadas e programas de educação ambiental);
• Suprimentos Agrícolas (fertilizantes, agrotóxicos, implementos);
• Pesquisa e Desenvolvimento (experimentação, divulgação e técnica);
• Engenharia Rural (topografia, irrigação e drenagem, geoprocessamento, georreferenciamento, construções);
• Zootecnia (nutrição animal, reprodução, melhoramento genético, manejo dos animais, forragicultura);
• Agroindústria (alimentícia, não-alimentícia, produtos vegetais e animais);
• Paisagismo, plantas ornamentais e medicinais (produção, comércio, serviços);
• Órgãos Governamentais (políticas agrícola e de desenvolvimento rural, serviços de fiscalização, supervisão, orientação técnica, serviço quarentenário);
• Reflorestamento e Meio Ambiente (exploração florestal, planejamento ambiental);
• Ensino em Ciências Agrárias.

A formação de profissionais competentes, versáteis, éticos e socialmente comprometidos é extremamente bem vinda em Espírito Santo do Pinhal e adjacências, e, portanto, extremamente marcada pelas vantagens e desafios que se apresentam para as grandes cidades brasileiras e mundiais.
14 de Novembro, 2017
O curso de Engenharia Agronômica do UniPinhal esteve presente no 43º Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras, realizado de 07 a 10 de novembro no município de Poços de Calas - MG...
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01 de Setembro, 2017
No último dia 22 de Agosto, o curso de Engenharia Agronômica do UniPinhal teve o prazer de receber mais uma vez em nossas dependências a empresa JUMA-AGRO, que é parceira da fundação desde 2008...
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Coordenadora do Curso
Profa. M.Sc. Maria Helena Calafiori
Formada em Engenharia Agronômica, pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” - USP, no ano de 1968. Ingressou na pós-graduação a nível de Mestrado na ESALQ / USP, no Departamento de Entomologia no ano de 1976, na área de Entomologia.
Iniciou suas atividades inicialmente na Casa da Agricultura de Socorro-S.P. e a partir de 1971, como professora da Faculdade de Agronomia e Zootecnia “Manoel Carlos Gonçalves”.
Durante este período, as atividades acadêmicas foram se estendendo para outras áreas; como o envolvimento com a revista ECOSSISTEMA, onde assumiu a posição de Editor-chefe em 1977, após participar de seu início em 1975 e mantendo-se no cargo até 1995.
Em 1990, nas dependências da Faculdade de Agronomia, houve o Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras, e como professora, ,juntamente com outros docentes, participou da organização.
A partir da criação do Centro Regional Universitário (UniPinhal), em 1999, devido a participação no setor de pesquisas na área agronômica, assumiu a organização, instalação e coordenação da Coordenadoria de Pesquisa e Extensão (CPE) da Instituição, de 2000 até julho de 2011.
Em instituição privada, o profissional tem que ser eclético e multifuncional. Inúmeras foram às participações na organização de eventos, semanas agronômicas, exposições, cursos, palestras, viagens técnicas no Brasil e no exterior, dias de campo, congressos nacionais e internacionais, inclusive com apresentação de trabalhos de pesquisa, participação em comissão técnico-científica de congresso de Entomologia. Em 2002, o UniPinhal recebeu o Congresso Paulista de Fitopatologia, tendo participado na organização como tesoureira. Aquilo que no início foi uma oportunidade, ao longo do tempo agregou compromissos e desafios, que em sua grande maioria foram executados com esforço, responsabilidade e dedicação.
Tire suas dúvidas com a Coordenadora
Diferenciais do Curso
O Curso de Engenharia Agronômica “Manoel Carlos Gonçalves” do UniPinhal diferencia de outros pela tradição, pela titulação e tempo de permanência dos professores sempre atualizados, pelas aulas práticas no “campus” I, em propriedades rurais e institutos de pesquisa, pelos estágios internos e externos com acompanhamento de professore e ainda por:

Prestação de serviços à Comunidade
Laboratório de Análises de Solo: realiza, desde 1976, análises de terra de produtores da região. Hoje o laboratório possui equipamentos de alta tecnologia e realiza em torno de 4.000 análises de macro e micronutrientes do solo por ano, atendendo a comunidade em geral e também pesquisadores em suas atividades científicas. Integra o Programa de Controle de Qualidade ligado ao Instituto Agronômico de Campinas, utilizando o selo de qualidade padrão IAC.
Laboratório de Análise de Alimentos: realiza análise microbiológica de leite e derivados, e análise bromatológica de alimentos da agroindústria para a região de Pinhal.
Laboratório de Análise Foliar: realiza análise química de tecido Vegetal, atendendo principalmente dos produtores de café da região. Integra o Prgrama Nacional de Controle de Qualidade, utilizando o selo de qualidade correspondente.
Centro de Atendimento Fitossanitário – CAFi: tem o objetivo de diagnosticar pragas, doenças e distúrbios nutricionais em plantas, atendendo alunos, ex-alunos, agricultores da região e até mesmo grandes empresas interessadas no diagnóstico e controle de pragas e doenças. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, em horário comercial, nas Áreas de Entomologia, Fitopatologia, Nematologia e Nutrição Mineral de Plantas, envolvendo professores, monitores e estagiários dessas referidas áreas.
Análise Nematológica: atende principalmente a cultura do café para certificação de mudas em viveiros comerciais, e análises de material de campo de café e outras culturas de interesse na região.
Hidroponia: orienta os alunos e produtores rurais nessa tecnologia, além de ser utilizada para pesquisa.
Empresa Júnior: A Empresa Junior do Curso de Engenharia Agronômica, Agro Jr., é uma associação sem fins lucrativos constituída por alunos de graduação que presta serviço e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedades em geral nas suas áreas de atuação sob a supervisão de professores e profissionais especializados.
A Agro Jr. ajuda a valorizar a instituição de ensino, contribuindo com a sociedade na prestação de serviços, facilitando o ingresso dos futuros profissionais no mercado de trabalho, proporcionando ao estudante aplicação prática de conhecimentos teóricos e desenvolvendo espírito crítico, analítico e empreendedor do aluno.

Cursos e Palestras de Extensão Universitária
Os professores do Curso ministram palestras para produtores rurais em parceria com o SENAR, ANDEF, COOPINHAL, cooperativas da região, empresas de defensivos, em outras faculdades, em colégios técnicos agrícolas, em cursos realizados pelos acadêmicos na própria instituição ou em outras.
Os alunos que são estagiários, monitores, e de iniciação científica também realizam palestras em colégios agrícolas e para outros estudantes de Engenharia Agronômica.
Entre outras, os campos de atuação destes cursos têm abrangido as áreas de segurança no campo e tecnologia de aplicação, agricultura de precisão, plantio direto, produção de cogumelos comestíveis, programas de educação ambiental, e projetos de produção de hortas em escolas públicas.

Dia de campo
A instituição através do curso de Engenharia Agronômica, promove regularmente “dias de campo”. Detalhe especial nesse item é dado aos dias de campo e cursos promovidos pelo Diretório Acadêmico Min. “Tarso Dutra”, em diversas áreas da engenharia agronômica, como agricultura de precisão, tecnologia de aplicação, georeferenciamento, avaliações e perícia rural, aviação agrícola, dentre outras.

Organização de eventos
Regularmente professores do Curso de Engenharia Agronômica promovem eventos de divulgação de informações técnicas e científicas, tanto para a comunidade acadêmica e científica (semanas agronômicas, cursos, simpósios e congressos) como para produtores rurais, oferecendo informação, treinamento e capacitação a estudantes e agricultores, com divulgação regional e nacional, através de imprensa e televisão.

Projeto Horta Escolar
Proposta iniciada em 2005 pelo professor Yushiuki Sakamoto do setor de olericultura e fruticultura no UNIPINHAL, junto as escolas públicas de primeiro e segundo graus de Espírito Santo do Pinhal. No ano de 2016 participaram do projeto um total de 07 (sete) escolas públicas assistidas no município, pelo professor e por seus alunos – estagiários. Em parceria realizada entre as escolas e o UNIPINHAL, são realizados regularmente trabalhos de implantação, condução e manutenção de hortas escolares, que auxiliam na merenda escolar, e levam informações úteis aos alunos para realizarem hortas domiciliares e reciclagem de lixo e materiais orgânicos.

Atividades de Pesquisa e Iniciação Científica
O Curso tem tradição de pesquisa, exercida por seus professores, que é freqüentemente acompanhada pela vinculação de alunos às diversas etapas do desenvolvimento da mesma, na forma de iniciação científica. Tem sido comum a participação desses alunos durante e após a realização de um projeto de pesquisa em encontros científicos, para apresentar e publicar resultados de suas investigações, juntamente com seus orientadores. Estes projetos passam por acompanhamento e aprovação da CIPEE-AGRO (Comissão Interna de Pesquisa Estágio e Extensão) do Curso de Engenharia Agronômica e da CPE (Coodenadoria de Pesquisa e Extensão) do UNIPINHAL.

Programa de estágios
O Curso de Engenharia Agronômica, numa ação conjunta de seu corpo docente, da CIPEE-AGRO, do Diretório Acadêmico e da Empresa Júnior, apresenta opções de estágios que podem ser pleiteados por alunos interessados, quer seja para o período de férias, quando o aluno desenvolve atividades em período integral, como para o período de aula, onde o aluno desenvolve atividades em horários específicos.
O Curso de Engenharia Agronômica oferece estágios aos alunos em diferentes áreas. Normalmente as inscrições são abertas no início do semestre letivo e a seleção é realizada por meio de prova e entrevista. O estágio deve ter duração mínima de 6 meses devendo ter duração de no mínimo 60 horas no semestre. Os estágios realizados por acadêmicos antes da conclusão do 8º período, são considerados estágios extra-curriculares. A partir do 8o período, o acadêmico deverá dar início ao “Estágio Curricular Supervisionado”, disciplina obrigatória no último semestre do curso, após a apresentação do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), com carga horária mínima de 450 horas. Este estágio, aprovado pela CIPEE-AGRO, é acompanhado por um coordenador em cada área, e deverá ser concluído com a apresentação de um relatório final para aprovação nesta disciplina.

Semanas de Estudo
Semana Agronômica de Espírito Santo do Pinhal (SAESP)
Semana de cursos afins à área agronômica realizada anualmente no mês de agosto desde 1971.
Tenho interesse em fazer


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